José Castelo Branco fala sobre a sua experiência de infância e juventude, quando foi maltratado por colegas, de forma a tentar ajudar quem está “a sofrer, tem baixa autoestima e pior… quem sofre de bullying”.

“Um bando de covardes”, chama a quem lhe pregou “rasteiras” e a quem lhe bateu “na sombra” quando era adolescente. José Castelo Branco recorda esses tempos em vídeos publicados nas redes sociais com o objetivo de ajudar a quem passa pelo mesmo que o “Conde”, como é conhecido, passou.

“Chamavam-me Beto Maria Menina. Mais tarde, na minha adolescência, […] eu era a Lulu. Pregavam-me rasteiras, batiam-me na sombra, sem eu saber quem era, porque é tudo um bando de covardes”, recorda o “marchand d’art”. Sobre essa vivência, frisa que o tornou uma pessoa mais forte e pronta a lidar com qualquer adversidade.

“Hoje enfrento qualquer touro. E agarro-o pelos cornos. Sempre de frente, nunca de cernelha”

Num depoimento cheio de referências religiosas, José Castelo Branco, de 54 anos, alerta os seus seguidores para terem fé e acreditarem que “um novo amanhecer”. “Você vai acreditar e não vai desistir, porque quem desiste são os medíocres”, sublinha, referindo ainda que cada um é livre de ter a sua “conduta sexual” e fazer as suas escolhas. “Quem são os outros para julgar?”, questiona.

Recorde-se que o “Conde”, que vive atualmente em Nova Iorque, nos Estados Unidos, já tinha abordado cerca de dois meses que as dificuldades por que passou na juventude. “Não foi nada fácil […] [mas] foi isso que me deu a força e a segurança que tenho hoje. […] Sou um sobrevivente, outra pessoa no meu lugar teria acabado no suicídio naturalmente. Era tudo contra mim, uma coisa horrível, uma luta permanente”, disse, numa entrevista ao site Notícias ao Minuto.

TEXTO: Ana Filipe Silveira

 

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