Blaya pede ajuda monetária. “Preciso que 700 pessoas me transfiram apenas um euro”

Blaya recorreu às redes sociais para pedir ajuda aos fãs para o tratamento de um gato. “Não pago tudo porque infelizmente não posso mesmo”, esclarece a bailarina.

Blaya Rodrigues está a pedir ajuda monetária para as despesas de tratamento de um gato que encontrou à porta da sua casa. “Estava cheio de frio e não se mexia! Sem papas na língua… ele estava só a espera de morrer”, começa por explicar numa publicação na rede social Instagram.

A bailarina levou o animal ao veterinário. “Fizeram algumas análises e ele tem que fazer uma cirurgia. Eu dei o que podia (100 euros), não pago tudo porque infelizmente não posso mesmo”, conta, adiantando que precisa que “700 pessoas” lhe “transfiram apenas um euro”.

“E assim eu vou conseguir pagar tudo do gato! O gato também precisa de uma família! Pois depois da cirurgia ele tem que ficar em repouso”
Blaya

A acompanhar o pedido, publicou fotografias do animal e do comprovativo das despesas.

URGENTE! Olá pessoal! Ontem encontrei este gato a porta da minha casa! Estava cheio de frio e não se mexia! Sem papas na língua… ele estava só a espera de morrer. Levei o para o veterinário e fizeram algumas análises e ele tem que fazer uma cirurgia. Eu dei o que podia ( 100 euros ) nao pago tudo porque infelizmente não posso mesmo! Por isso gostaria de ter a vossa ajuda!! Como vocês podem ver nas fotos preciso que 700 pessoas me transfiram apenas 1 euro!! E assim eu vou conseguir pagar tudo do gatxo! O gatxo também precisa de uma família! Pois depois da cirurgia ele tem que ficar em repouso! Como é claro ele não pode ficar na minha casa!! (Tenho dois cães gigantes que não estão habituados a viver com gatos ) por isso ele vai precisar de uma família!!! POR FAVOR AJUDEM ME!!! Eu não posso mesmo pagar!!! Mas também não quero deixar o gato assim! Obrigada ! NIB 0035 0312 0001 1167 0008 9

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A bailarina adverte ainda que não pode ficar com o animal na sua casa, uma vez que tem “dois cães gigantes que não estão habituados a viver com gatos”. “Ele vai precisar de uma família”, termina.

TEXTO: Ana Filipe Silveira