“Deixem-se de tretas. Elas vão fazer um ótimo trabalho”. Pedro Granger vê sonho da Eurovisão adiado

A conhecida paixão de Pedro Granger pela Eurovisão levou a que o seu nome fosse um dos apontados para a condução do certame que se realizará em Portugal. A escolha de quatro mulheres para essa tarefa levou o apresentador e ator a reagir nas redes sociais.

Tem estado presente nos festivais Eurovisão da Canção desde que foi, em 2011, ao concurso na Alemanha. No ano passado, assistiu à vitória de Salvador Sobral em Kiev, na Ucrânia. Na altura, disse em exclusivo à N-TV que “amava apresentar a Eurovisão”. “Não há ninguém como eu para o apresentar. Tenho qualidade enquanto apresentador e tenho a paixão que um fã tem. Mas não sou a última bolacha do pacote, tenho de ser realista e saber que há outras pessoas com qualidade para o fazer”, acrescentou.

O seu sonho fica agora novamente adiado com a escolha de Daniela Ruah, Catarina Furtado, Filomena Cautela e Sílvia Alberto para anfitriãs do concurso musical, que se realiza no Parque das Nações, em Lisboa, nos dias 8, 10 e 12 de maio. “Muito bem, RTP. Quatro grandes escolhas”, começou por dizer o ator, de 38 anos, atualmente no elenco da novela da TVI “A Herdeira”.

“Primeiro que tudo, obrigado pessoal por todas as mensagens sobre o facto de não ser eu a apresentar o Festival Eurovisão da Canção 2018. A verdade é que desde setembro que sabia que não iria acontecer e estou muito feliz com as escolhas da RTP”, escreveu Pedro Granger como legenda de uma fotografia com as quatro colegas.

Leia aqui as reações de Daniela, Catarina, Filomena e Sílvia

O ator acaba a mensagem com elogios: “Não me interessa se são todas mulheres. A Catarina é a melhor apresentadora do nosso país, a Filomena é a melhor da minha geração, a Daniela é mais famosa internacionalmente e a Sílvia sempre será minha Sílvia e tem sido rosto do concurso nos últimos anos. Por isso, deixem-se de tretas. Elas vão fazer um ótimo trabalho e nós vamos estar ‘todos a bordo’ [lema do certame] com elas. Parabéns, meninas!”, terminou.

TEXTO: Ana Filipe Silveira