Diana/20 anos: Do “dia mais infeliz” da sua vida ao namoro fatal com o milionário egípcio

Com apenas 20 anos, Diana cumpriu o sonho de qualquer mulher: ser uma princesa de verdade. Casou-se com um príncipe que não era encantado e cedo percebeu que não iria viver um conto de fadas. A história da vida amorosa da princesa não teve um final feliz, mas contou com vários capítulos. Recorde os amores da vida da princesa Diana.

Diana Spencer foi uma das figuras mais marcantes do final do século XX. Quer pelo papel que tinha na família real britânica, quer pela personalidade forte e charme que encantaram o público masculino. Foram-lhe apontados vários romances mas apenas alguns se confirmaram.

Nascida no seio de uma família aristocrata, Diana conheceu o príncipe Carlos em 1978. A família da futura princesa fazia parte do circulo íntimo da realeza britânica e os dois foram-se aproximando até começarem a namorar. O noivado foi anunciado em fevereiro de 1981 e a 29 de julho do mesmo ano o mundo parou para ver o casamento do príncipe e da princesa de Gales.

Recorde aqui o momento mais emocionante:

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Diana era 13 anos mais nova do que o marido e não viveu um casamento feliz. Anos mais tarde admitiu numa gravação que o dia do casamento foi “o mais infeliz” da sua vida.

Da união com Carlos nasceram dois filhos, William, em 1982, e Harry, em 1984. Depois do nascimento do segundo filho, o matrimónio começou a deteriorar-se, muito por culpa da relação extra-conjugal que Carlos mantinha com Camilla Parker-Bowles, sua atual mulher. Diana sabia da infidelidade e deu conta disso mesmo, em 1995, numa famosa entrevista a um canal britânico: “Éramos três no casamento, era gente a mais”.

Eis o momento marcante da entrevista:

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Na mesma entrevista, admitiu ter-se apaixonado pelo seu professor de equitação, James Hewitt, com quem manteve um caso. Os dois conheceram-se em 1986 mas rumores indicam que poderá ter sido em 1984, ano em que Diana foi mãe pela segunda vez. As parecenças físicas entre Hewitt e o filho mais novo da princesa de Gales levaram a imprensa a especular que o professor de equitação seria o pai de Harry. A relação terá durado cinco anos (1987-1992) e James Hewitt publicou um livro sobre a mesma.

Diana e Carlos separaram-se em 1992 e divorciaram-se oficialmente em 1996. Um ano antes, a “princesa do povo” terá conhecido aquele que é apontado como o grande amor da sua vida, o cirurgião paquistanês Hasnat Khan.

Os dois ter-se-ão conhecido numa das várias visitas de solidariedade que a princesa fazia ao hospital onde o médico trabalhava. Diana terá ficado encantada com a forma como Hasnat Khan tratava os doentes e manteve com ele um relacionamento de dois anos, terminado por vontade do médico. A relação de ambos é o tema central do filme “Diana”, de 2013, protagonizado pela atriz Naomi Watts (Diana) e pelo ator Naveen Andrews (Hasnat Khan).

Veja o trailer oficial do filme:

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Apesar do desgosto, Diana voltaria a apaixonar-se, desta vez por um velho conhecido, o milionário egípcio Dodi Al-Fayed, herdeiro dos armazéns Harrods. Diana e Dodi conheceram-se em 1986, durante uma partida de polo em que a equipa do milionário enfrentou a equipa do príncipe Carlos.

O romance começou a ser noticiado no verão de 1997, altura em que foram fotografados a bordo de um iate na Sardenha. A 31 de agosto do mesmo ano, o casal perderia a vida num acidente de viação, em Paris. O pai de Dodi, Mohamed Al-Fayed, nunca se conformou com a tese de acidente e acusou a família real e os serviços secretos britânicos de orquestrarem a morte do casal.

Além dos quatro romances públicos, foram várias as personalidades masculinas associadas a Diana. O cantor Bryan Adams, o jogador de râguebi Will Carling, o motorista James Gilbey, John John Kennedy, filho do antigo presidente norte-americano John F. Kennedy, e o guarda-costas Barry Mannakee, morto num misterioso acidente de mota, foram apontados como amantes da princesa.

Na bombástica entrevista de 1995, a princesa foi confrontada com uma notícia de assédio ao negociante de arte Oliver Hoare, para quem alegadamente terá telefonado entre 300 a 400 vezes. Diana negou o número de chamadas mas admitiu ter telefonado algumas vezes a Hoare, num intervalo de tempo entre seis a nove meses.

Vinte anos depois da sua morte, Diana tornou-se num mito. E, tal como em quase todos os outros mitos, há histórias que ficarão sempre por confirmar…

TEXTO: João Farinha