João Paulo Sousa começou nas obras, passou por uma funerária e hoje apresenta o “Domingão”

João Paulo Sousa
Fotografias: Instagram João Paulo Sousa

João Paulo Sousa é hoje uma figura conhecida na SIC e já substituiu apresentadores como João Baião ou Cristina Ferreira. Mas o jovem ator e apresentador começou por ter uma vida dura.

É um dos rostos do “Domingão”, da SIC, já substituiu Cristina Ferreira n’”O Programa da Cristina” ou João Baião e é ainda locutor de rádio. Mas a vida de João Paulo Sousa não começou por ser fácil. Antes de se mudar para Lisboa, em 2007 e arriscar nos “Morangos com Açúcar”, o ator e apresentador começou logo a trabalhar aos 13 anos, nas obras.

“Tinha 12 anos e ia trabalhar com o meu pai onde ele estivesse a trabalhar, no verão. Ajudava naquilo que fosse preciso e fui trabalhar nas obras aos 13. Era servente, andava com um balde de massa e comprei o meu primeiro computador aos 17 anos porque tive um verão nas obras no qual ganhei 200 contos”, revelou na tarde deste sábado em conversa com Daniel Oliveira, no programa da SIC “Alta Definição”.

Seguiu-se a “agência funerária do tio”, naquilo que recorda como “um trabalho de fim de semana”. “O meu primo trabalhava lá e andava dentro da carrinha funerária e vestir pessoas que estavam mortas. Não tive bem noção do que era morte. Até o dia em que a pessoa de quem estávamos a preparar o funeral era a minha avó… a partir desse momento pensei: ‘Isto da morte é a sério…’”

Entretanto, com os pais desempregados, João Paulo Sousa quis ajudar a família e, sempre que regressava a casa “ia pagando as contas”.

Hoje, o intérprete é um dos rostos mais acarinhados na SIC e foi na estação que teve o seu último papel como ator, na pele de um “chef” da primeira temporada da série “Golpe de Sorte”.

Mais recentemente, com a infeção de Diana Chaves e João Baião com covid-19, João Paulo Sousa assegurou, ao lado de Cláudia Vieira, as manhãs da SIC no “Casa Feliz”.

Ainda no programa de Daniel Oliveira, o ator confessou: “Tenho saudades de voltar para o campo e viver no campo. Tirar uma laranja e espremer um sumo. Gosto do cheiro do campo”, resumiu.