Johnny Hallyday/Óbito. Juncker lamenta morte de ídolo de gerações pela Europa

O presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker. Fotografia: Stefan Wermuth/Reuters

O presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, lamentou esta quarta-feira a morte do músico francês Johnny Hallyday, lembrando que todas as gerações, pela Europa fora, ouviram e apreciaram as suas canções.

“Johnny Hallyday, que nos deixou esta noite, não era apenas o ídolo da juventude”, pode ler-se na declaração do presidente da Comissão Europeia.

Segundo Juncker, que endereçou os seus pensamentos à família do músico, “todas as gerações, um pouco por toda a Europa e além dela, escutaram e amaram os seus grandes sucessos que reconciliaram a ‘chanson’ francesa e a música americana”.

Johnny Hallyday, considerado o pai do rock & roll francês, morreu hoje, em Paris, aos 74 anos, vítima de cancro, informou a família.

Hallyday foi uma das maiores estrelas francesas, com uma carreira de mais de 50 anos e mais de 900 canções, com 100 milhões de discos vendidos.

Entre os seus temas de rock & roll contam-se “Rester vivant”, “O Carole” ou “Noir c’est noir”, a versão francesa de “Black is black”, de Los Bravos. Também “Au Café de l’Avenir”, “Oh! ma jolie Sarah”, “Gabrielle”, “La fille de l’été dernier”, “Allumer le feu” ou os clássicos “Mystery Train” ou “Blue Suede Shoes”.

Nos concertos não faltaram também hinos de gerações como “Requiem pour un fou”, “Ma gueule”, “L’Idole des jeunes”, “Que je t’aime”, a lírica “J’ai pleuré sur ma guitare” ou temas ‘pop’ como “Quelque chose de Tennessee”.

TEXTO: Lusa