Maria Vieira: “Sou eu que escrevo os textos que aparecem na página de Facebook”

Maria Vieira negou perentoriamente esta quarta-feira, no programa “Você na TV”, os rumores que davam conta de que a atriz não era a autora das publicações polémicas na sua página de Facebook.

Ao longo dos últimos três meses, a “parrachita”, como é conhecida pelo grande público, fez desta rede social a sua plataforma para expressar as opiniões que muitos consideram controversas. Desde Salvador Sobral, passando por Dolores Aveiro, Diogo Morgado e até celebridades internacionais. Nem a classe política portuguesa escapou aos comentários de Maria Vieira, que teceu duras críticas a Marcelo Rebelo de Sousa e António Costa. Já Donald Trump foi elogiado em múltiplas ocasiões.

Esta quarta-feira, a atriz, de 60 anos, marcou presença no programa da TVI “Você na TV” no âmbito do seu mais recente livro, “Maria Vieira no País do Facebook”, uma compilação de alguns textos escritos nesta rede social. Questionada por Cristina Ferreira sobre a autoria das publicações, Maria Vieira foi categórica. “Sou eu que escrevo os textos que aparecem na página de Facebook”, afirmou, negando assim os rumores de que o seu marido, Fernando Rocha, seria o verdadeiro autor dos textos publicados na página de Facebook da atriz.

A anfitriã do formato das manhãs da estação de Queluz de Baixo questionou ainda Maria Vieira sobre os alegados maus-tratos de que esta estaria a ser alvo. A intérprete negou ser vítima de violência doméstica e reconhece estar “feliz” pelo seu matrimónio, que dura há já 33 anos. “Amo o meu marido. O meu marido ama-me. Se calhar até é por isso que as pessoas me invejam. E isso é de uma injustiça e de uma maldade tão grande…”, disse, emocionada. “Temos uma vida tão feliz”, acrescentou.

Questionada ainda por Cristina Ferreira sobre se estaria “triste” com os comentários de Ana Bola nas redes sociais a seu respeito, Maria Vieira pediu à diretora de conteúdos não informativos da TVI para não falar “dessa senhora”, com quem não mantém contacto “há quatro anos”.

TEXTO: Alexandre Oliveira Vaz