Uma porta que range, uma música tensa, movimentos repentinos, uma faca espetada nas costas. Podem ser muitos os ingredientes de um filme de terror. E se há humanos que “morrem” de medo, imagine um gato…

As imagens falam por si e não carecem de grande texto. Basta ver os olhos vivos do gato, a olhar para a televisão. Não lhe escapa um pormenor que seja. Assusta-se, baixa-se, até ao momento final, em que foge de medo. Uma ternura…

TEXTO: Mafalda Carraxis