Diogo Amaral e Joana de Verona apaixonados como Pedro e Inês

Diogo Amaral e Joana de Verona vão protagonizar o romance mais trágico da história portuguesa. Pedro e Inês voltam a apaixonar-se num filme realizado por António Ferreira. O drama chega aos cinemas no próximo verão.

O amor proibido, a paixão exacerbada, a morte beijada de sangue. É a história de amor portuguesa mais conhecida e mais trágica de sempre. Já inspirou filmes, livros, séries, peças de teatro e tantas outras manifestações artísticas que quiseram imortalizar o mito.

“A Trança de Inês”, de Rosa Lobato de Faria, inspira o argumento da longa-metragem “Pedro e Inês”. “A história é narrada em três tempos totalmente distintos – a idade média, um tempo contemporâneo e um futuro imaginário”, revela o realizador António Ferreira à N-TV. “Em todos os tempos temos um Pedro e uma Inês, tremendamente apaixonados que, de acordo com os tabus de cada época, se veem impedidos de fruir a sua paixão”, prossegue.

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É aqui que este amor se distingue do amor que já foi narrado centenas de vezes. “O facto de ser contada em épocas distintas torna-o intemporal”, justifica o cineasta.

Pedro está internado num hospital psiquiátrico por viajar de carro com o corpo morto de Inês. É a partir desta premissa que a paixão é recontada, entre o passado, o presente e o futuro, os factos e a imaginação.

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Vera Kolodzig, João Lagarto, Custódia Gallego, Miguel Borges e Cristóvão Campos são alguns dos atores que se juntam a esta trama romântica.

As filmagens arrancaram em junho na cidade de Coimbra, lugar que serviu de palco à lenda que inspira o filme. Montemor-o-Velho, Cantanhede e Lousã também irão receber os atores durante as oito semanas de rodagem.

António Ferreira, de 49 anos, é natural de Coimbra. “Esquece tudo o que te disse”, “Humanos – a vida em variações” e “Embargo” são algumas das suas obras. A estreia de “Pedro e Inês” está marcada para o verão de 2018.