Juliana Paes no “remake” de “Renascer”: “É uma história que fala mais do que amor”

Fotografia: Divulgação Globo

Novela de grande sucesso na década de 90, “Renascer” está de regresso com uma nova versão escrita por Bruno Luperi, baseada na obra do seu avô, Benedito Ruy Barbosa. Juliana Paes integra o elenco.

Com estreia marcada para o dia 1 de abril, às 20.20 H, no canal Globo, “Renascer” tem um elenco de luxo no qual se destacam vários nomes, entre os quais o de Juliana Paes, que veste a pele de “Jacutinga”. “Fui pesquisar e ‘jacutinga’ é um pássaro”, começa por explicar a atriz.

Na trama, que vai poder ser acompanhada no canal Globo de segunda-feira a sábado, Juliana Paes interpreta a dona de um bordel situado no sul da Bahia. “É uma mulher de muita sensibilidade, que, além do business que ela faz, ela acolhe essas meninas, ela sabe o que está acontecendo na vida desses coronéis, ela tem um senso de justiça e uma sensibilidade enorme para lidar com todas aquelas questões dos personagens em volta”, antecipa.

Juliana Paes não esconde a felicidade por integrar o elenco da nova versão de “Renascer”, uma vez que acompanhou a primeira versão e também porque considera que o “remake” traz “uma nova linguagem e histórias atualizadas”, “mantendo os dramas e a emotividade”.

E acrescenta: “É uma história que fala mais do que amor. É sobre a natureza humana e a redenção”.

“Renascer” acompanha a história de “José Inocêncio” (Humberto Carrão/Marcos Palmeira), um homem obstinado e destemido que renasce ao sobreviver milagrosamente a uma terrível emboscada, tornando-se uma figura mítica na região e o fazendeiro mais bem-sucedido na produção de cacau. Mas a maior das suas conquistas acaba por ser o amor da jovem e pura “Maria Santa” (Duda Santos).

A arrebatadora paixão entre os dois gera quatro filhos: “José Augusto” (Renan Monteiro), “José Bento” (Marcello Melo Jr), “José Venâncio” (Rodrigo Simas) e o caçula, “João Pedro” (Juan Paiva), o único que não teve a oportunidade de conviver com a mãe, que morre ao dar à luz.

A fatalidade provoca uma grande revolta em “José Inocêncio”, que culpa “João Pedro” pela morte do seu grande amor. A indiferença e a mágoa marcam a relação entre o patriarca e o caçula.

Anos mais tarde, a chegada da misteriosa “Mariana” (Theresa Fonseca) colocará à prova todos esses sentimentos quando pai e filho se apaixonam pela mesma mulher. A situação faz renascer sentimentos que estavam adormecidos ou que até então eram desconhecidos para ambos.